Quiksilver Pro France

Medina segue na busca pelo bi mundial na França

WSL South America

O fenômeno Gabriel Medina, 22 anos, vai tentar tirar mais uma vez a lycra amarela do Jeep WSL Leader do havaiano John John Florence, 23, agora na etapa que ele já venceu duas vezes. O brasileiro segue na busca pelo bicampeonato mundial nas três etapas que restam para fechar a temporada 2016 do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour. Ele defende o título do Quiksilver Pro France, que começa nesta terça-feira e vai até 15 de outubro em Hossegor. Os outros surfistas com chances de assumir a ponta do ranking na França são o australiano Matt Wilkinson e o sul-africano Jordy Smith, ambos com 28 anos de idade.

Gabriel Medina of Brasil after winning the Quiksilver Pro France. Gabriel Medina - WSL / Kirstin Scholtz

Dos quatro concorrentes, o primeiro a competir é o quarto colocado, Jordy Smith, que vem de vitória na etapa passada, em Trestles, San Clemente, Califórnia, Estados Unidos. O sul-africano está escalado na terceira bateria, com o potiguar Jadson André e o australiano Kai Otton. Esta rodada inicial não é eliminatória. Os vencedores passam direto para a terceira fase, mas os perdedores têm outra chance de classificação nos duelos homem a homem da segunda fase. Matt Wilkinson liderou o ranking em sete das oito etapas disputadas e entra no confronto seguinte, com o paulista Miguel Pupo e o italiano Leonardo Fioravanti.

O campeão mundial de 2014, Gabriel Medina, estreia na quinta bateria, contra o havaiano Dusty Payne e o australiano Ryan Callinan. E o havaiano John John Florence entra com a lycra amarela do Jeep WSL Leader na sexta, com o norte-americano Conner Coffin e um dos convidados do Quiksilver Pro, o francês Joan Duru, que ocupa a terceira posição no ranking do WSL Qualifying Series, liderado pelo italiano Leonardo Fioravanti.

Gabriel Medina lifting off. Gabriel Medina - WSL / Poullenot/Aquashot

Duas baterias depois acontece um confronto 100% verde-amarelo, entre o potiguar Italo Ferreira e os paulistas Wiggolly Dantas e Alex Ribeiro. Isso garante um brasileiro na terceira fase, mas dois terão que disputar uma rodada extra nas ondas de Hossegor. Na disputa seguinte, o australiano Julian Wilson encara mais dois brasileiros, o paulista Caio Ibelli e o catarinense Alejo Muniz. Já os outros dois integrantes da elite do CT vão fechar a primeira fase.

O paulista Filipe Toledo enfrenta os australianos Josh Kerr e Davey Cathels na penúltima bateria. E o atual campeão mundial Adriano de Souza, entra na última com o taitiano Michel Bourez e o australiano Adam Melling. Depois do Quiksilver Pro France, restarão mais duas etapas para definir o campeão mundial da temporada. A próxima será o Moche Rip Curl Pro nos dias 18 a 29 de outubro em Peniche, Cascais, Portugal. E a última é o Billabong Pipe Masters, de 08 a 20 de dezembro em Banzai Pipeline, na ilha de Oahu, Havaí.

John John Florence. John John Florence - WSL / Poullenot/Aquashot

VITÓRIAS BRASILEIRAS - Os três últimos desafios de 2016 foram vencidos por brasileiros no ano passado. Gabriel Medina faturou seu segundo título no Quiksilver Pro France barrando John John Florence nas quartas de final, antes da decisão contra o australiano Bede Durbidge. Já as outras duas etapas foram encerradas com finais 100% brasileiras. Em Portugal, Filipe Toledo ganhou o show de aéreos contra Italo Ferreira nas ondas de Supertubos. E no Havaí, Adriano de Souza venceu o confronto de campeões mundiais contra Gabriel Medina nos tubos de Banzai Pipeline.

BRIGA PELA PONTA - Para Medina, a condição mínima para liderar o ranking na França é chegar nas quartas de final, mas só se John John não tiver vencido nenhuma bateria em Hossegor. Se o havaiano ganhar uma e chegar na terceira fase, o brasileiro só o ultrapassa nas semifinais. E se Florence passar mais uma bateria, já obriga Medina a vencer o campeonato para superar sua pontuação, tanto na quinta fase como nas quartas de final.

Matt Wilkinson during Round 5. Matt Wilkinson - WSL / Kirstin Scholtz

John John garante a ponta na corrida do título mundial se chegar nas semifinais, mesmo que Medina conquiste sua terceira vitória na França. Os outros dois concorrentes também terão que torcer para que o havaiano não avance na competição. Florence acaba com as chances de Jordy Smith se vencer duas baterias, ou seja, se passar para a quarta fase. E tira Matt Wilkinson da briga pela ponta na França se chegar nas quartas de final.

ROXY PRO FRANCE - Diferente da categoria masculina, o título mundial feminino já poderá ser decidido na França. A australiana Tyler Wright só não será consagrada como campeã do Samsung Galaxy World Surf League Women´s Tour 2016, se a norte-americana Courtney Conlogue vencer o Roxy Pro France. As duas são as únicas que vão brigar pelo caneco nas duas últimas etapas da temporada feminina. Ambas buscam o seu primeiro título mundial e Tyler Wright venceu essa etapa no ano passado, aumentando o favoritismo da australiana para garantir a conquista antes da grande final na ilha de Maui, no Havaí.

Tyler Wright (AUS) earned a ride in the nine-point range during the Quarterfinals. Tyler Wright - WSL / Poullenot/Aquashot

O Quiksilver Pro France e o Roxy Pro France serão transmitidos ao vivo de Hossegor pelo www.worldsurfleague.com com divulgação também dos parceiros de mídia da World Surf League: ESPN, Globosat e Sportv no Brasil, Fox Sports da Austrália, CBS Sports dos Estados Unidos, Edgesport, Sky NZ, Canal + Deportes, Channel Nine, MCS, Starhub e Oceanic Time Warner Cable 250 & 1250 no Havaí.

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